© parana-online

Preserva os recursos naturais da região costeira do estado, principalmente a rede hídrica, os remanescentes da Floresta Atlântica, os manguezais, a biodiversidade e os sítios arqueológicos. A UC tem por objetivo também disciplinar o uso turístico e garantir a qualidade de vida das comunidades caiçaras e da população local.

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DADOS BÁSICOS E DE GESTÃO

 Código UNEP-WCMC 

61730

Código CNUC

0000.41.0500

Área (ha)

199368.00

Ato de Criação

Dec. 1.234 de 27.03.1992

Órgão Gestor

IAP

Com infraestrutura para visitação

Não

Dotada de Plano de Manejo

Sim

Conselho Gestor

Sim

Contato

apaguaratuba@iap.pr.gov.br | (41) 3422-1016

Município(s)

Guaratuba, São José dos Pinhais,Tijucas do Sul, Morretes e Matinhos

Bioma Predominante

Marinho e Mata Atlântica

Região Fitoecológica

Floresta Ombrófila Densa

 Localização

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CONSERVAÇÃO

Quantidade de spp. da fauna ameaçadas1:

47

Espécies da fauna endêmicas, ameaçadas de extinçãoe seu estado de conservação3

© conservacaobrasil.wordpress.com

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Algumas das spp. da flora ameaçada de extinção

palmito-doce

© conservacaobrasil.wordpress.com

Pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) Mundial (2006):CR – MMA (2008);

Xaxim-bugio (Dicksonia sellowiana) MMA (2008);

Palmito-juçara (Euterpe edulis) MMA (2008);

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Notas:

Conforme Mikich & Bérnils (2004), o número de spp. leva em conta além das ameaçadas (CR, EN, VU), também as quase ameaçadas (NT) e com deficiência de dados (DD).

Conforme Nascimento & Campos (2011).

3 Algumas espécies aparecem com seu status de conservação. Tal status é definido mundialmente pela IUCN, no Brasil pelo MMA e no Paraná pelo IAP. As abreviações: EX – Extinto / EW – Extinto na natureza / CR – Em perigo crítico / EN – Em perigo / VU – Vulnerável / NT – Quase ameaçada / LC – Pouco preocupante / DD – Deficiente em dados. Os anos apresentam a data da avaliação da conservação da espécie.

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Citação:

GÓES C G; LORENZO M P (2012). APA de Guaratuba. In: Unidades de Conservação do Paraná. Disponível em: <https://conservacaobrasil.wordpress.com&gt;. Acesso em: (dia/mês/ano).

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Referências Bibliográficas:

 IAP. Unidades de Conservação Abertas à Visitação. 2011. Disponível em: http://www.uc.pr.gov.br/arquivos/File/…Ucs/Abertas_a_visitacao_17_02_11.pdf. Acesso em: 01 ago. 2011.

IUCN 2010. IUCN Red List of Threatened Species. Version 2010.4. <www.iucnredlist.org>. Downloaded on 15 May 2011.

Mikich, S.B. & R.S. Bérnils. Livro vermelho da fauna ameaçada no estado do Paraná. Instituto Ambiental do Paraná, Curitiba, Brasil.

MMA 2003. Ministério do Meio Ambiente. Instrução Normativa nº3, de 26 de Maio de 2003. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/estruturas/ascom_boletins/_arquivos/83_19092008034949.pdf&gt;. Acesso em: 29 jun. 2011.

MMA 2008. Ministério do Meio Ambiente. Instrução Normativa nº6, de 26 de Setembro de 2008. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/estruturas/179/_arquivos/179_05122008033615.pdf&gt;. Acesso em: 29 jun. 2011.

MMA/CNUC 2011. Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Biodiversidade e Florestas. Ano Internacional da Biodiversidade. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação. Relatório. Disponível em:<http://sistemas.mma.gov.br/cnuc/index.php?ido=relatorioparametrizado.exibeFormularioPortal&gt;. Acesso em: 10 jul. 2011.

WWF 2012. Observatório de Unidades de Conservação. Unidades de Conservação. Disponível em:< http://observatorio.wwf.org.br/unidades/&gt;. Acesso em: 14 set. 2012.

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Sobre Gustavo Góes

Amante da natureza, Gustavo é Analista Ambiental e atua com pesquisa e conservação da biodiversidade e educação ambiental. É diretor da ONG Meio Ambiente Equilibrado (ONG MAE), conselheiro do Meio Ambiente de Londrina-PR e atualmente desenvolve estudos sobre ecologia alimentar e espacial da anta em região fragmentada da Mata Atlântica, vinculado ao Programa de Pós Graduação em Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Londrina.

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